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	Comentários sobre: Danilo Leonardi	</title>
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	<description>de escritores para escritores</description>
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		Por: Linus		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Linus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2015 15:20:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caralho, o cara fala em humildade artística e profissional com um tom de prepotência que contraria o próprio conteúdo do que diz.

Há uma forte tendência nos meios literários informais, sobretudo em redes sociais e afins, de encontrarmos pessoas assim. Que se julgam extremamente capacitadas para emitirem opinião sobre todos os assuntos que norteiam a literatura e seus significados, bem como a arte de um modo geral. Pautam suas afirmações em argumentos como &quot;isso é foda&quot; e &quot;isso é bosta&quot;, do alto de um narcisismo exacerbado e de um profundo sentimento de auto-empoderamento.

É claro que existem pessoas que superestimam suas produções e acham que seus trabalhos estão entre os melhores da literatura universal. Disso não tenho dúvida. Mas acho que a maioria dos escritores - e dos que respeitam e dedicam suas vidas a esse ofício - possuem o sentimento oposto, isto é, são dominados pela autocrítica e muitas vezes se sentem paralisados ao lado dos seus autores preferidos. Aliás, essa, creio, seja a postura predominante dos que desejam aprender e conhecem as próprias limitações. 

Enfim, me parece que os conselhos desse rapaz são mais voltados aos escritores pretensiosos &lt;em&gt;nonsense&lt;/em&gt; do que aos verdadeiros aprendizes.

Isso é tão evidente que entre as 07 dicas citadas, não há absolutamente nenhuma que diga respeito ao processo, à técnica ou ao conteúdo narrativo. Todas se referem à posição de mercado, postura e &quot;aceitação incondicional de que você é um bosta&quot;.

No mais, nada.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caralho, o cara fala em humildade artística e profissional com um tom de prepotência que contraria o próprio conteúdo do que diz.</p>
<p>Há uma forte tendência nos meios literários informais, sobretudo em redes sociais e afins, de encontrarmos pessoas assim. Que se julgam extremamente capacitadas para emitirem opinião sobre todos os assuntos que norteiam a literatura e seus significados, bem como a arte de um modo geral. Pautam suas afirmações em argumentos como &#8220;isso é foda&#8221; e &#8220;isso é bosta&#8221;, do alto de um narcisismo exacerbado e de um profundo sentimento de auto-empoderamento.</p>
<p>É claro que existem pessoas que superestimam suas produções e acham que seus trabalhos estão entre os melhores da literatura universal. Disso não tenho dúvida. Mas acho que a maioria dos escritores &#8211; e dos que respeitam e dedicam suas vidas a esse ofício &#8211; possuem o sentimento oposto, isto é, são dominados pela autocrítica e muitas vezes se sentem paralisados ao lado dos seus autores preferidos. Aliás, essa, creio, seja a postura predominante dos que desejam aprender e conhecem as próprias limitações. </p>
<p>Enfim, me parece que os conselhos desse rapaz são mais voltados aos escritores pretensiosos <em>nonsense</em> do que aos verdadeiros aprendizes.</p>
<p>Isso é tão evidente que entre as 07 dicas citadas, não há absolutamente nenhuma que diga respeito ao processo, à técnica ou ao conteúdo narrativo. Todas se referem à posição de mercado, postura e &#8220;aceitação incondicional de que você é um bosta&#8221;.</p>
<p>No mais, nada.</p>
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