Alliah

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Não existe bloqueio criativo. Existe preguiça, impaciência, crise de ansiedade, TPM, falta de vontade, desconforto, café frio e fones de ouvido com defeito.

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A insônia pode ser a minha melhor amiga ou a minha pior inimiga. Depende da temperatura ambiente.

{ 3 }

Trabalhar com criação artística é viver o que você faz, 24 horas por dia, 7 dias por semana, sem pausas ou férias, sabendo que só vai descansar de fato quando tiver morto e enterrado.

{ 4 }

Tuítar uma ideia de sacanagem e levar a sério depois é sempre uma opção válida.

{ 5 }

Meus amigos imaginários são muito mais confiáveis que minha memória.

{ 6 }

Ler, ler e ler sempre, em qualquer mídia, plataforma, formato, gênero e cor.

{ 7 }

É saudável achar um equilíbrio entre compartilhar conhecimento, ideias e determinadas criações de graça, e saber vender e lucrar com seu trabalho.

Alliah nasceu em 1991 e desde então desenha e escreve compulsivamente. Aos 17 anos entrou para o curso de Biologia da UFRJ, querendo ser paleontóloga. Mas acabou largando a vontade de se tornar cientista. Depois, na mesma universidade, foi parar na Escola de Belas Artes, mas interrompeu a graduação em Educação Artística e agora está migrando para Pintura.

Inquieta, absorve e devora todo tipo de referência plástica, musical, interuniverso e translienígena que cruzar seu caminho. Resumidamente, é escritora e artista visual. Multiversalmente, é curiosa insaciável. Não sabe andar de bicicleta e tem medo de borboletas.

Colaborou para os sites Obvious, Contraversão e Páginas Noturnas e para os blogs d‘A Fantástica Literatura Queer e da Editora Draco. Site oficial.

Contribuição originalmente publicada no site da autora.

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